Movimento Ficha limpa

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Rio Grande do Sul

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NOME:

José Otávio Germano

NOME DE URNA:

José Otávio Germano

NÚMERO DE URNA:

1112

SITUAÇÃO:

PARTIDO:

PP

José Otávio Germano é natural de Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul. Formou-se em direito pela Puc do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Voltou para sua cidade para lecionar na Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis da Universidade do Vale do Jacuí.

José Otávio Germano filiou-se ao Partido Democrático Social (PDS) em 1980, partido pelo qual elegeu-se vereador de Cachoeira do Sul, em 1989, e deputado estadual em 1991.

Em 93, José Otávio Germano mudou de partido, foi para o Partido Popular Socialista (PPR), alcançando seu segundo mandato como deputado estadual em 1995, mesmo ano em que deixou o PPR para unir-se ao Partido Pacifista Brasileiro (PPB).

Em seu último ano no PPB, José Otávio Germano elegeu-se para seu primeiro mandato como deputado federal. Os dois seguintes já foram pelo Partido Progressista (PP), filiado desde 2003.

José Otávio Germano ocupou por oito vezes o posto de governador interino do Rio Grande do Sul durante os dois anos em que liberou o parlamento gaúcho, entre 1995 e 1996. Em 2014, o deputado quer garantir seu quarto mandato consecutivo na Câmara.

José Otávio Germano – Se defende com dinheiro público

Em 2007, a Polícia Federal, através da Operação Rodin, desarticulou um esquema de desvio de verbas do Departamento Estadual de Trânsito do RS, segundo a PF, a quadrilha teria desviado R$ 44 milhões do departamento.

A investigação coletou diversas provas que serviram para indiciar José Otávio Germano como um dos líderes do esquema, isso porque chefiou a Secretaria de Segurança Pública do estado de 2003 a 2006, época em que o departamento subordinado já estava tendo recursos desviados.

As acusações contra José Otávio Germano acabaram sendo recusadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por 6 votos a 1, os ministros concluíram que as provas levantadas pela PF foram ilegais, sem autorização do STF, e portanto o processo foi arquivado, ficando o deputado livre de qualquer acusação.

Antes de chegar ao STF, o processo passou por outros tribunais e foi julgado em outras instâncias, e todo esse processo precisou de assessoramento jurídico, que José Otávio Germano pagou com dinheiro público através de seu partido.

O partido gastou mais de R$ 50 mil com advogados durante a defesa do parlamentar.

O Movimento Ficha Limpa tem como principal objetivo mostrar aos eleitores quais são os candidatos aptos a participar das eleições e que não tenham processos e acusações graves pendentes na justiça. Qualificar o candidato como bom ou ruim de acordo com seus ideais não é missão nem a responsabilidade do movimento, que preza pelo direito de escolha do cidadão brasileiro de optar por qualquer tipo de posição ideológica ou partidária.